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ARTIGO

Por Vanderlei D'Agostinho

A ciência poderia ser uma amiga discreta da Ufologia?

Para o bom andamento das pesquisas ufológicas, devem-se evitar extremismos, muitas vezes derivados da falta de conhecimento sobre o que o interlocutor teve a intenção de dizer, bem como os pré-condicionamentos a que todos estamos sujeitos. Sim, todos.

Categoria: CIÊNCIA
crédito: UCLA
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Geoffrey Marcy acreditou que iria encontrar exoplanetas e por mais que fosse ridicularizado por seus colegas, não desistiu e teve êxito
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Acompanhando discussões sobre o papel das ciências acadêmicas no âmbito ufológico, seja por meios eletrônicos, seja pessoalmente, nota-se um descompasso nos argumentos usados pelas partes envolvidas. A Academia se norteia, exclusivamente, em fatos e teorias que tenham algum embasamento. Quanto a isso não há discordância. Por isso, temos figuras de destaque no cenário científico internacional que simplesmente descartam a possibilidade de haver vida inteligente fora da Terra, visto o fato de não termos ainda a prova definitiva. E se houver, por questões estatísticas, nunca teremos contato com ela, devido às literalmente astronômicas distâncias entre as estrelas e seus planetas circundantes.

Cabe lembrar que até o começo da década de 90, qualquer astrônomo que viesse a público dizer que um dia encontraríamos planetas fora do nosso Sistema Solar seria simplesmente ridicularizado ou até mesmo colocado à margem da comunidade científica, visto a impossibilidade técnica que tínhamos para tal empreendimento. Um exemplo clássico dessa situação aconteceu com o famoso astrônomo Geoffrey Marcy. Certo de que, cedo ou tarde, iríamos encontrar exoplanetas, Marcy se dedicou durante a década de 80 a maximizar a precisão de cálculos. Talvez poucos saibam, mas, na época, seu trabalho foi tido como uma ilusão de uma mente sonhadora.

Em sua autobiografia, ele diz: “Quando contávamos a outros astrônomos sobre nossa busca por planetas extrassolares, eles frequentemente sorriam educadamente, olhavam para baixo e mudavam de assunto. Entendia-se que detectar esses astros estava bem além da tecnologia corrente”. Finalmente, em 1995, confirmou-se a descoberta do primeiro planeta fora do Sistema Solar, graças ao trabalho de Marcy — hoje temos mais de 800 desses astros confirmados, alguns milhares à espera de confirmação e outros potencialmente detentores de vida, ainda que microbiana.

Abram suas mentes

Naquele ano, rompeu-se um limite técnico existente. O que veio a seguir foi apenas consequência. Será que não havia um clamor surdo na mente dos astrônomos de que um dia pudéssemos visualizar tais corpos celestes? Óbvio que sim. Era uma questão estatística. Contudo, eles aprenderam nas universidades que seria impossível visualizá-los e foi essa a informação que passaram para frente. Nem por isso eram melhores ou piores do que os outros e nem devem ser julgados por isso. Eles trabalhavam com o que tinham nas mãos.

 

 

crédito: Campus Party
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