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ARTIGO

Por Gustavo Fernandez

Avistamento em Buenos Aires: Uma revelação pessoal exclusiva

Já está provado que não existem fórmulas mágicas, sejam elas ideológicas, político-partidárias ou religiosas, para melhorarmos como espécie. Mas, afinal, o que é melhorar?

Categoria: ATAQUES EXTRATERRESTRES | AVISTAMENTOS | CLASSES ALIENÍGENAS | REPTILIANOS
crédito: RAFAEL AMORIM
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A figura observada pelo autor e pelo amigo tinha um assombroso aspecto reptoide
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Há muitas pessoas que duvidam da existência de seres não físicos, extraterrestres e extradimensionais. Esse é um assunto difícil de se discutir, uma vez que não se pode mostrar uma foto ou filmagem dessas entidades para provarmos que existem — tudo o que temos são testemunhos. E é nesse sentido que escrevo este pequeno texto, para dar meu depoimento do que vi e vivi.

No princípio dos anos 70, quando ainda era apenas um curioso adolescente, este autor viveu uma experiência que alguns psicólogos definiriam como traumática, porém que foi assimilada como um aprendizado. Os fatos se deram em um bairro chamado Villa Martinelli, em Buenos Aires. Na época eu tinha um amigo a quem chamarei aqui de Alberto, que se dedicava ao que ele entendia como “práticas ocultistas”.

Alberto vivia com seus pais em uma ampla e moderna casa, com um grande jardim nos fundos, onde havia um pequeno galpão para depósito de ferramentas e materiais. Não havia nada além de uma cerca de arame separando sua casa da residência vizinha, ocupada por um engenheiro civil e sua família. O galpão do jardim era o local onde Alberto guardava seu material e fazia suas práticas ocultistas.

Ele realizava as sessões com alguma frequência e estranhamente, apesar de que não permitir a participação de seus amigos, provavelmente para evitar gozação depois, ele me permitiu acompanhar seus trabalhos diversas vezes. Por certo que eu atuava como um mero observador, algo assim como um aprendiz, que pegava os elementos e seguia suas indicações, segundo o ritual.

A manifestação

Certo sábado, após mais de uma hora de ritual, decidimos encerrar os trabalhos, pois nada de interessante estava acontecendo. Fechamos o local e fomos comer alguma coisa e conversar sobre outros assuntos. Os pais de meu amigo não se encontravam em casa naquela noite. Creio que foi Alberto quem chamou a atenção para um estranho ruído que parecia vir do exterior — no escuro, tivemos a impressão de ver vagamente uma silhueta sobre a cerca, que imaginamos ser um ladrão. Assim, pegamos uma lanterna e fomos cheios de coragem para o jardim, dispostos a espantar o estranho.

O que vimos, porém, foi um ser humanoide, talvez com menos de 1,7 cm de estatura e de forte compleição, mas de uma estranha morfologia reptoide. Talvez fosse completamente humano, mas sua cabeça, de orelhas pontiagudas e olhos muito brilhantes e avermelhados, acentuava esta impressão. Quando a luz da lanterna o atingiu, ele virou seu rosto para nós e, apesar do brilho e da cor, seu olhar era estranhamente humano. Creio que não gritamos porque em algum fugaz instante passou por nossa mente sermos só vítimas de uma alucinação — talvez provocada pelos gases do enxofre usado no ritual. Porém, ele permanecia ali.

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