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ARTIGO

Por Philip Mantle

Encontros no Espaço

Revelações surpreendentes sobre contatos entre cosmonautas russos e seres extraterrestres em órbita

Categoria: UFOs NO ESPAÇO

Em 04 de outubro de 1957, quando o Sputnik – o primeiro satélite artificial do mundo – foi lançado do Cosmódromo de Baikonur, no Cazaquistão, nada fora do comum foi registrado. Pensou-se que as formas de vida extraterrestre, que já freqüentavam ativamente nossos céus desde aquela época, tinham perdido interesse em acompanhar este momento histórico – ou os terráqueos estavam tão preocupados e estressados com a ocasião que não puderam notar qualquer fenômeno incomum. Mas, no início do segundo lançamento, em 03 de novembro seguinte, já com a cadela Laika a bordo, relatos de eventos inexplicáveis vieram com força total. Nesta ocasião, cerca de uma hora antes do disparo do foguete e a certa distância do cosmódromo, inúmeras testemunhas observaram um estranho objeto de forma esférica e luminoso, imóvel e pairando a baixa altitude. Poucos dias depois, o cientista venezuelano L. Corrales tirou algumas fotos do satélite soviético em vôo e observou que um artefato não identificado o seguia de perto, distanciando-se e então se aproximando novamente. Definitivamente, o estranho corpo não era um dos estágios do foguete. Será que a Laika atiçou a curiosidade dos aliens?

 

Sempre tivemos relatos de manobras de UFOs nas vizinhanças das bases e nos dias de lançamento de veículos espaciais soviéticos. A extinta URSS não era o único local em que isso acontecia, mas lá não era permitido aos cidadãos discutirem abertamente casos do gênero – por isso, quando algum caso ufológico vinha à tona, era cercado de grande polêmica. Mesmo assim, quando multidões testemunhavam objetos incomuns, as autoridades costumeiramente publicavam relatórios e faziam comentários que cerceavam quaisquer explicações “não autorizadas” acerca do fenômeno. Para evitar especulações por parte da população, os cientistas do governo ainda diziam que os incidentes eram raios globulares, fragmentos de estágios de foguetes, aurora boreal, condições climáticas incomuns etc.

 

Os arquivos da extinta KGB contém inúmeros registros de casos ufológicos

 

Mas o que os oficiais do Politburo soviético faziam quando eram os cientistas que observavam UFOs? Ou os calavam com ameaças ou simplesmente os convenciam a trabalhar em projetos secretos de pesquisa ufológica, sobre os quais nada poderiam comentar com seus colegas ou familiares. Isso ocorreu com vários deles, que hoje, após a queda da Cortina de Ferro, vêm a público revelar suas experiências. Várias delas estão descritas em detalhes em nossa obra UFOs na Rússia, recém publicada no Brasil [Código LIV-023 da Biblioteca UFO. Veja seção Shopping UFO desta edição ou o Portal UFO, no endereço www.ufo.com.br]. Este é o caso, por exemplo, de M. L.

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