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ARTIGO

Por Paul Stonehill

Impressionantes registros ufológicos na era medieval

Por todo o mundo há antigas histórias sobre estranhos seres e objetos, muitas vezes interpretados como presságios e sinais dos deuses. Seriam eles o que nós, hoje, chamamos de extraterrestres e UFOs?

Categoria: DEUSES | ERA MEDIEVAL | INVESTIGAÇÃO | UFOs e Idade Média
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Bornholm, uma ilha do Mar Báltico onde um fenômeno inexplicado assustou moradores e autoridades em agosto de 1845
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Com o aculturamento feito pelo comunismo durante os anos da Cortina de Ferro, muitas das histórias, mitos e antigas lendas da região se perderam de forma irreversível. As pessoas que as conheciam e que as transmitiriam a seus descendentes se calaram, pois as novas gerações, já imbuídas do espírito socialista, não queriam saber de coisas que julgavam ser superstições de pessoas incultas e atrasadas. Mesmo os registros históricos são raros.

 

Essa observação sobre a perda do conhecimento mitológico ocorrida no Leste Europeu é salientada por vários autores, mas é errôneo imaginar que ela se deu de forma igual em todos os lugares. Alguns países preservaram mais suas lendas e, portanto, sua identidade cultural do que outros, que tiveram sua história praticamente apagada. Ainda assim, alguns registros antigos sobreviveram e eles têm fascinantes histórias para nos contar.

 

Caso Bornholm

 

Uma delas ocorreu em 09 de agosto de 1845 próximo a Bornholm, uma ilha do Mar Báltico situada a oeste da Dinamarca, sul da Suécia e norte da Polônia. O jornalista soviético Oleg Dezyuba descobriu o caso em arquivos antigos e o divulgou na revista Anomalya [Anomalia], em março de 1991. Segundo explicou Dezyuba, os antigos mapas navais russos indicavam que a profundidade do Báltico, na área da ilha Burnholm, era de 57 m. Porém, de repente, isso pareceu mudar. O livro de apontamentos de um navegador suíço menciona a presença de águas rasas nas proximidades da ilha e há a história de um marinheiro que, sob juramento, afirmou que ele próprio observara quando um navio próximo colidira com um banco de areia, saído ninguém sabia de onde. 

 

Finalmente, o almirante Mikhail Petrovich Lazarev, o comandante e explorador russo que descobrira a Antártica, decidiu colocar um fim na confusão. Para tanto, despachou o navio Agamemnon do Porto de Kronshtadt, o principal de São Petersburgo, para medir a profundidade do mar perto de Bornholm. O relatório a seguir foi enviado ao alto escalão de comando da Marinha pelo comandante do Agamemnon, tenente-capitão Iuri Borisov: 

 

“À meia-noite, com vento fresco, observamos à curta distância da ponte uma poderosa chama irromper para fora da água, soltando muitas fagulhas. A área do fogo, com cerca de 9 m2, era irregular e atingia de 60 a 90 cm de altura, talvez mais. A cor da chama era avermelhada e nós não distinguimos nenhum odor. A chama não foi extinta pelas ondas e não conseguimos relacioná-la a uma embarcação em chamas, pois não havia nenhuma por ali”.

 

O tenente-capitão Borisov concluiu que um vulcão submarino havia causado o fenômeno. Já o almirante Lazarev pensou nas forças do universo para explicar o mistério.

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