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ARTIGO

Por Javier Sierra

Os deuses de Sírius que conviveram com os antigos

Os povos do passado incorporavam os eventos astronômicos ao seu dia a dia. Assim se descobre que as estrelas tinham funções práticas na economia, na agricultura e na religião. Teriam as pessoas da Antiguidade aprendido a importância dos astros com extraterrestres?

Categoria: ANTIGUIDADE | ASTRONOMIA | DEUSES | HISTORIADORES | PIRÂMIDES | SÍRIUS

Popularizada pelos livros do suíço Erich von Däniken, a Teoria dos Antigos Astronautas ganhou o mundo nas últimas décadas por meio de documentários para a TV e principalmente da internet. A opinião oficial da ciência a respeito é de que tudo não passa de rematadas bobagens, porém há coisas que os cientistas não conseguem explicar e é justamente sobre uma delas que falaremos neste artigo. A descoberta, feita nos anos 90, de que a estrela Sírius é na verdade um sistema estelar triplo levantou muitas controvérsias na época, pois, afinal, o que a astronomia acabara de reconhecer já era do conhecimento de povos antigos, como os egípcios e a tribo Dogon, do Mali. E eles sabiam sobre Sírius porque, aparentemente, um dia desceram à Terra alguns “deuses instrutores” daquele sistema triplo.

A descoberta se tornou conhecida quando dois investigadores franceses, D. Benest e J. L. Duvent, tornaram público o resultado de suas investigações em torno de Sírius, a mais brilhante estrela no céu noturno, localizada a cerca de 8,5 anos-luz da Terra. Segundo os pesquisadores, o astro é na verdade um sistema estelar composto por três estrelas, e não por duas, como desde meados do século passado assegurava nossa astronomia — eles chegaram a tal conclusão graças a um estudo cuidadoso das variações na órbita do sistema de Sírius, que começou a ser feito em 1862 e continua até os dias atuais.

Sírius segundo os dogons

O estudo das variações de órbita levou-os a pensar que um terceiro corpo estelar estava influenciando a rotação de Sírius. Benest e Duvent deduziram, além disso, que a nova Sírius C é uma anã vermelha, uma espécie de estrela com massa 500 vezes inferior à do Sol, muito pouco brilhante e, por isso mesmo, seu descobrimento óptico seria muito difícil. Sírius C orbita a estrela Sírius A, ou Alpha de Sírius, a mais brilhante das três. No entanto, o que realmente surpreendeu na notícia foi o fato de que a conclusão a que chegaram os dois investigadores franceses já era bem conhecida por alguns dos povos mais antigos da África, como os egípcios e os dogons. Esses últimos, que atualmente vivem na Planície de Bandiagara e no Monte Hombori, no Mali, veneram, desde tempos imemoriais, a estrela Sírius, sobre a qual parecem conhecer até mesmo em seus detalhes mais íntimos.

 

 

crédito: SUMERIAN TALES
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