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ARTIGO DE CAPA

Por David Hatcher Childress

Os incríveis vimanas e a Índia Antiga

Terra de mistérios, deuses e contrastes geográficos e sociais, há séculos a Índia atrai visitantes fascinados por conhecer suas maravilhas arquitetônicas ou ansiosos para mergulhar em seu mundo espiritual. Mas muito antes de nossa civilização se deslumbrar com o país, a Índia florescia como uma civilização moderna e avançada, habitada por deuses com magníficas máquinas voadoras

Categoria: ATERRISSAGENS | DEUSES | DIVINDADES | MITOS E VERDADES | UFOs NA ÍNDIA | VIMANAS

O tema tecnologia antiga é fascinante. Conforme vamos nos aprofundando nele, descobrimos descrições de aparelhos e procedimentos que extrapolam a linha defendida pela arqueologia, que comumente classifica tudo como imaginação e mitologia, e nos damos conta de que os antigos tiveram contato com tecnologias avançadas que nós, hoje, desconhecemos. E nessa questão, o assunto vimanas ocupa um papel importante na discussão, por abranger uma imensa gama de assuntos.


Cidades perdidas, antigas máquinas voadoras e super-armas, a luta entre o bem e o mal com a participação de super-heróis, demônios sobrenaturais e homens-­macaco parecidos com wookies de Guerra nas Estrelas, que lutavam do lado do bem, além de algumas belas mulheres, fazem parte da história nos contos do misterioso Império de Rama, contada no Ramayana, o épico sânscrito atribuído ao poeta Valmiki. Outro fabuloso e antigo livro indiano é o Mahabharata, que se constitui em uma série de 18 livros, que incluem uma guerra aérea e a utilização de máquinas voadoras conhecidas, em sânscrito, como vimanas.

Para melhor esclarecer o leitor, é importante notar que uma versão abreviada do Ramayana aparece no Mahabharata como parte de seu estilo de escrita — uma história dentro da história. No entanto, o Ramayana é um livro totalmente separado e os eventos nele descritos aconteceram antes das batalhas relatadas no Mahabharata. Muitas pessoas acreditam que as duas histórias são uma só, mas isso não é verdade. Além disso, as versões do Ramayana na Tailândia e em outras partes do Sudeste da Ásia diferem ligeiramente da versão indiana padrão, principalmente nos pontos relativos à pureza das mulheres e de um segundo casamento, sendo a versão do Sudeste Asiático mais liberal.

De fato, tanto no Ramayana quanto no Mahabharata as histórias estão centradas em complicados problemas de matrimônio e noivado na Índia Antiga, bem como na sucessão dinástica de famílias reais em diversos reinos, um conjunto de ancestrais estados que eram avançados tecnológica e culturalmente. Enquanto modernos estudiosos europeus assumem que esses reinos estavam localizados ao longo dos rios do norte da Índia, a sua distribuição real sobre a Ásia e sobre o mundo ainda é debatida por estudiosos hindus.

Estes colocam alguns dos eventos históricos dos antigos épicos indianos em locais tão distantes como o Círculo Polar Ártico, Afeganistão e cidades insulares fora do subcontinente indiano. Com efeito, certos antigos reis foram descritos como tendo governado toda a terra — e alguns como sendo “governantes de três planetas”. Os planetas seriam a Terra, Marte e algum outro que é, às vezes, chamado de Tiamat ou Planeta X. Seria esse o planeta que havia entre Marte e Júpiter, que teria explodido e que agora constituiria o cinturão de asteroides ali existente? Esta é uma boa teoria.

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