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ARTIGO

Por Grupo Paranaense de Estudos sobre as Civilizações (GPECE)

Por que os astronautas mentem sobre UFOs no espaço?

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crédito: arquivo cpdv
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um dos UFOs que seguiu a nave Gemini 12, de 11 a 15 de novembro de 1966. Aldrin, que viria a ter outros contatos com UFOs no espaço mais tarde (ao lado), presenciou e fotografou as naves extraterrestres

Logo após seus incríveis feitos no espaço, a bordo das naves precárias e primordiais da NASA, os astronautas americanos fizeram várias excursões pelo mundo, visitando países diferentes, fazendo conferências e debates - verdadeiros shows - sobre suas experiências.

No Brasil, muitos deles se apresentaram q, invariavelmente, mentiram! No início dos anos 70, por exemplo, James Lovell, veterano espacial que esteve nada menos do que em duas missões Gemini (Gemini 7, de dezembro de 1965, e Gemini 12, de novembro de 1966, esta última vez junto com Edwin "Buzz" Aldrin, que seria o escalado para comandar, três anos depois, a Apollo 11) e em duas missões Apollo (Apollo 8, de dezembro de 68, e Apollo 13, desastrada missão que quase matou seus tripulantes em abril de 1970), esteve em Porto Alegre, onde fez várias apresentações públicas.

Numa reunião â imprensa, em uma ensolarada tarde gaúcha, Lovell afirmou: "Não acredito na existência dos discos voadores. Em nossos vãos espaciais, nunca vimos nada de anormal..." Pura mentira, como veremos a seguir, no artigo preparado em 1972 pelo extinto Grupo Paranaense de Estudos das Civilizações Extraterrestres (GPECE), uma das mais brilhantes pérolas da Ufologia Brasileira em seus primórdios, e infelizmente acabado justamente após ter publicado o artigo que passamos a transcrever.

O GPECE foi o responsável - ao lado de outras organizações pioneiras no Brasil, como o ICCS, o CICOANJ, a SBEDV e outras poucas - por boa parte dos dados ufológicos de qualidade sobre ocorrências nos anos 50, 60 e 70, quando a Ufologia passou a decrescer em tamanho. O GPECE, embora seus remanescentes afirmem o contrário, teve seu fechamento seriamente influenciado pela repercussão atingida com a divulgação do resultado de suas pesquisas sobre o sigilo do governo dos EUA - e da NASA, em especial - aos fenômenos ufológicos presenciados no espaço por seus astronautas.

O artigo que transcrevemos a seguir foi publicado, originalmente, no nº 9 da revista Planeta, em seus tenros primórdios em que tentava a todo custo sobreviver. Foi uma de suas melhores edições justamente devido ao artigo do GPECE, elaborado por Carlos e Maurício Varassim. Neste trabalho, podemos ter idéia clara e cristalina das manobras executadas para se manter o assunto UFO era total sigilo. Apesar de antigo, mais do que nunca agora este trabalho se mostra atual e oportuno para se resgatar a memória dos vôos espaciais, cuja principal conquista foi encontrar "outros seres " do universo, no espaço.

(A. J. Gevaerd)

 

crédito: nasa
, o UFO que seguiu ininterruptamente a trajetória orbital da Gemini 4, em seu vôo de 3 a 7 de junho de 1965. MacDivitt (ao lado) e White II chegaram a observar os detalhes aerodinâmicos do objeto
, o UFO que seguiu ininterruptamente a trajetória orbital da Gemini 4, em seu vôo de 3 a 7 de junho de 1965.
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