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Contato Alienígena - Debate Especial

28.10.13 - 12h55
crédito: NASA / JPL / MSSS / ARQUIVO PETIT
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A chamada King Face, estrutura gigantesca em forma de rosto humano esculpida no solo marciano pelos antigos habitantes do planeta.

Lançamento do livro “Marte – A Verdade Encoberta” do escritor e co-editor da revista UFO Marco Petit


Dia 10 de novembro (domingo), das 15 às 19 Horas

CASA DE PADRE PIO

(Rua Assunção, 297 - Botafogo - Rio de Janeiro - RJ)

CONFERENCISTAS / DEBATEDORES

Marco Antonio Petit

Co-editor da revista UFO, autor de sete livros que abordam diferentes aspectos da Ufologia.

Jorge Braune

Médium, Presidente-fundador da Fraternidade Cristã Universalista de Estudos Espiritualistas Ramatis (FRATER), conhecido nacionalmente, desenvolveu durante anos um trabalho de assistência e cirurgias espirituais mediante as entidades Bezerra de Menezes, Rudolf Stainer, e Adolf Fritz.

André Luiz Martins

Físico e consultor da revista UFO, desenvolve trabalhos envolvendo uma visão que relacionada diretamente a Ufologia, Física e Espiritualidade.

Paulo Iannuzzi

Conferencista consagrado, consultor da revista UFO, especialista em Cabala, estudioso do Antigo Egito, etc.

* Apresentação especial de algumas das mais impressionantes imagens da agência espacial norte-americana (NASA), que são apresentadas e comentadas no livro “Marte – A verdade Encoberta”, do escritor e ufólogo Marco Antonio Petit.  Você vai se surpreender com o conteúdo desse livro lançado pela Editora do Conhecimento e com esta exposição do autor.

Inscrições: (R$ 30,00) no local, no dia do evento a partir das 14:30 hm.

Informações: [email protected] / (21) 9584-1014.

http://marcoantoniopetit.blogspot.com

Apoio:

Revista UFO (www.ufo.com.br)

Casa de Padre Pio (http://www.padrepio.org.br)

Pilares de Hermes – Escola de Mistérios ([email protected]).

"A presença alienígena na Lua" - lançamento em DVD

15.09.11 - 06h38
crédito: ARQUIVO PETIT
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Detalha da capa do novo DVD que esta sendo lançado pelo co-editor de UFO (veja a capa inteira clicando na imagem).

“A PRESENÇA ALIENÍGENA NA LUA”
 
ENTREVISTA / DOCUMENTÁRIO / MARCO PETIT
  
LANÇAMENTO NACIONAL
 
TUCO KPAX SPACE
 
Depois de se apresentar recentemente nas principais cidades do país proferindo conferências sobre suas investigações nas imagens espaciais obtidas pela NASA e demais agências, que estão revelando de maneira surpreendente os sinais da presença extraterrena em vários pontos de nosso sistema solar, o ufólogo e escritor Marco Antonio Petit, recebeu um convite muito especial de Tuco Kpax Space para ser seu entrevistado com exclusividade no documentário “A Presença Alienígena na Lua”.  Foram propostas mais de 20 questões para que o ufólogo pela primeira vez em uma entrevista sem qualquer forma de censura, em DVD, apresentasse suas descobertas e de outros investigadores, sobre os programas espaciais lunares, desenvolvidos pela extinta URSS e EUA, com destaque especial para o projeto Apollo, e as últimas missões norte-americanas ao nosso satélite, uma delas ainda em curso no momento desse lançamento.  O material foi todo gravado em junho de 2011, o que garante sua atualidade e maior aprofundamento.
 
Mediante uma edição primorosa de  Tuco Kpax Space, que ilustra cada declaração de Petit com algumas das imagens descobertas pelo ufólogo nos arquivos da NASA, agora
quase integralmente disponibilizados, e outras fotos e filmes da própria agência espacial norte-americana, você será transportado de maneira definitiva a uma realidade inacreditável, que esta prestes a ser revelada a humanidade.  Como declara Petit em sua entrevista, “Alguém decidiu que você já pode ver essas imagens e começar a ser  informado finalmente sobre o que existe realmente na Lua”.   No total quase duas horas de revelações e imagens impressionantes sobre a presença extraterrena no passado e presente em nosso satélite.
 
Veja em seguida as questões que foram formuladas para servirem de base para o documentário.
 
O que atraiu você para a questão da presença extraterrena em nosso programa espacial.  Como teve início este seu envolvimento?
 
Sabemos hoje que desde o início de nossas atividades espaciais a presença alienígena foi constante, mas existe um marco, ou um momento em especial,  realmente decisivo nesse processo?
 
 O que aconteceu em seguida?  Quem detectou realmente em primeiro lugar os primeiros sinais da presença alienígena na Lua, e quando? 
 
Até que ponto o projeto Lunar Orbiter foi decisivo para o estabelecimento do nível, e dimensão da atividade extraterrestre na Lua?
 
 Dentro de qual expectativa e com que ambições realmente os norte-americanos partiram para a exploração tripulada de nosso satélite natural? 
 
 Até que pontos os chamados fenômenos lunares transitórios estariam associados a algum tipo de atividade inteligente em nosso satélite?
 
Existe muita especulação em torno do Projeto Apollo, inclusive no que diz respeito a origem dos sistemas desenvolvidos para levar nossos astronautas à Lua.  Você poderia falar alguma coisa sobre este tema?
 
Como você vê o atual movimento de questionamento sobre a realidade da chegada de nossas naves tripuladas à Lua?.  Existe alguma base realmente para isto?
 
Até que ponto nossos astronautas sabiam da realidade da presença alienígena na Lua antes da chegada das primeiras missões tripuladas chegarem a órbita lunar e efetivarem os primeiros pousos?
 
Houve algum tipo de relacionamento direto entre as áreas escolhidas para as alunissagens dos módulos lunares e os sinais detectados previamente referentes à presença de ruínas e instalações alienígenas?
 
Até que ponto podem ser levadas a sério as referências sobre encontros, ou contatos entre nossos astronautas e seres extraterrestres em solo lunar.
 
O que falam nossos astronautas sobre este assunto?
 
O que provocou o fim e a interrupção do projeto Apollo?  Porque realmente abandonamos à Lua?
 
Qual a verdadeira natureza do projeto Clementine?
 
O que revelam as fotos dessa espaçonave?
 
 Existe algum tipo de sinal evidente sobre o acobertamento por parte dos gestores desse projeto espacial?
 
Quais são as imagens que mais impressionaram você obtidas pela Clementine?
 
O que levou nos últimos anos ao atual processo de retorno à Lua?
 
Até que ponto o programa espacial Chinês, Indiano e Japonês estão de fato contribuindo para o fim do acobertamento da presença alienígena em nosso satélite?
 
O que representou e na verdade representa a volta nos últimos anos dos norte-americanos a Lua?
 
O que você destacaria mais dentro da missão Lunar Crater Observation and Sensing Satellite?
 
A espaçonave Lunar Reconnaissance Orbiter, esta quase completando dois anos de missão em torno da Lua.  Até que ponto ainda esta havendo censura ainda das imagens que estão sendo liberadas nos sites da NASA?
 
 O que podemos esperar para os próximos anos no que diz respeito a um maior liberalismo da documentação fotográfica pertinente a presença alienígena na Lua?
 
O que representam em sua totalidade as imagens até agora disponibilizadas oficialmente?
 
 Faz parte integrante desse lançamento como bônus especial um CD com cerca de 150 fotos extras relacionadas aos sinais da atividade alienígena em nosso satélite produzido especialmente por Petit.
 
 Preço de lançamento do DVD: R$ 35,00.
 
(incluindo já o valor da remessa registrada pelo correio para todo o Brasil)
 
Forma de Pagamento:
 
Depósito no valor correspondente no banco Itaú, agência 0488, conta corrente 57314-8, em nome de Marco Antonio Petit de Castro.
 
Após o depósito enviar por mail cópia do mesmo, ou o número do depósito para [email protected], informando ainda o endereço para onde o pedido deverá ser encaminhado.  Outras informações pelo tel. (21) 9584-1014.
 
Envio imediato após a confirmação do depósito.

Vida vegetal em Marte na atualidade?

26.04.11 - 21h00
crédito: MARS EXPRESS / EUROPEAN SPACE AGENCY
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Sinais de vida vegetal na região do Vale Mariner documentados pela espaçonave Mars Express da Agência Espacial Européia (foto SEMGVY57ESD).

A polêmica sobre a existência de alguma forma de vida em Marte no passado assumiu nos últimos anos um aspecto de quase certeza, mesmo nos meios acadêmicos, e apesar da falta de declarações oficiais, dentro da agência espacial norte-americana (NASA) isto já é um fato há muitos anos.  Mais do que isto, além das ruínas de uma antiga civilização, que desde o início dos anos 70 começaram a ser documentadas nas fotografias da missão Mariner 9, e posteriormente por meio dos módulos orbitais das espaçonaves do projeto Viking, tivemos como foi divulgado durante o próprio projeto Viking, um expressivo sinal de vida na atualidade nas experiências conduzidas pelos módulos que desceram no solo do planeta.

 

Pelos critérios estabelecidos antes do início das missões pelos cientistas do Laboratório de  Propulsão a Jato de Pasadena (JPL), e outros associados ao projeto, duas das três experiências microbiológicas pareceram ter produzido resultados positivos. Quando amostras do solo do planeta foram misturadas a uma espécie de “sopa orgânica estéril”, levada da Terra, surgiram sinais evidenciando, indicando a presença de microorganismos, que metabolizaram o alimento terrestre.  Em outro teste, quando gases da Terra foram introduzidos, tiveram contato,  com amostras do solo do planeta, eles aparentemente se combinaram, quase como se existissem micróbios fotossintetizadores, gerando matéria orgânica a partir desses gases.

 

Evidência antiga
 
Segundo Carl Sagan, que foi um dos principais responsáveis pelo projeto Viking, inclusive em termos de sua concepção e objetivos, sete amostras diferentes de solo, recolhidas em Chryse e Utopia, regiões, que como já indicamos, estão separadas por cerca de 5 mil quilômetros, deram resultados positivos.  O surpreendente, é que apesar disso, a NASA, na época,  preferiu considerar os resultados questionáveis, ou inconclusivos. Pelo menos foi esta à sua manifestação oficial, a versão fornecida publicamente.  Mesmo com a posição dúbia da agência espacial, esses resultados já eram extremamente animadores, pois todos sabiam, como ressalta Sagan em seu livro Cosmos, que os sítios escolhidos para os pousos estavam longe de serem os mais indicados para busca de vida.  Foram escolhidos dentro de parâmetros que levavam muita mais em conta a segurança para os pousos dos módulos, do que possibilidades mais favoráveis para busca de microorganismos, ou vida em termos gerais.  Isto, inclusive, era assumido abertamente pelo NASA na época.

 

Quando a espaçonave Mars Global Surveyor chegou à órbita de Marte em 1997 para dar prosseguimento a exploração do planeta que mais se assemelha a Terra, já era uma certeza não só que a missão documentaria de maneira definitiva os sinais de uma antiga civilização, como não seria surpresa se as fotografias trouxessem alguma evidência de formas de vida vegetal de escala superior.

 

Progressivamente foram surgindo imagens que pareciam documentar formas de vida vegetal surgindo em regiões específicas em meio às dunas de areia dos desertos marcianos.  Outras fotos, como foi defendido pelo astrofísico Tom Van Flandern, do US Naval Observatory, parecem apresentar claramente a presença de formas vegetais gigantes próximas da região polar sul.  Eu mesmo localizei inúmeras imagens desse tipo em minhas buscas nos sites da agência espacial norte-americana, divulgando as mesmas em um dos CDs que lancei a cerca de dois anos atrás com material sobre os sinais da antiga civilização marciana, e de vida na atualidade. Essas imagens liberadas pela NASA, entretanto, sempre foram divulgadas em preto e branco, ou em cor falsa em seus sites. Ou seja, qual seria a cor real dessas “formações”?

 

O principal obstáculo passível de ser utilizado para negar a possibilidade de vida vegetal no planeta Vermelho na atualidade, A falta de água em estado líquido, progressivamente vem sendo sepultado, com a divulgação de novas imagens, inclusive obtidas a partir de 2004 pelos rovers Spirit e Opportunity.

 

Imagens surpreendentes

 

Mas minha surpresa foi maior quando comecei a explorar o site específico da espaçonave Mars Express da Agência Espacial Européia (ESA).  Algumas “manchas” misteriosas que haviam sido fotografadas pela Mars Global Surveyor, e, que apareciam escuras, ou enegrecidas nas fotos liberadas pela NASA, eram visíveis em tons esverdeados nas imagens de cor natural da ESA, levantando a suspeita de se tratarem realmente de áreas cobertas com alguma forma de vegetação, ou vida de escala inferior, como o nosso líquen.  Esse efeito ou realidade pode ser constatado, por exemplo, na imagem SEMP3J474OD obtida pela Mars Express da região da cratera Gusev, área explorada inclusive pelo rover Spirit da NASA.

 

A imagem mais extraordinária que localizei, entretanto esta longe dos mananciais de água congelada dos pólos do planeta.  Estou falando do quadro SEMGVY57ESD, também obtido pela Mars Express,  que documenta uma área do Vale Mariner conhecida como Louros Valles, na região equatorial.  Nessa foto podemos ver algo realmente impressionante (imagem que ilustra esta postagem).  Mais uma forte evidência do quanto à verdade vem sendo ainda acobertada da humanidade.  Existe vida realmente vegetal em Marte na atualidade, e esta descoberta é provavelmente a próxima coisa que será revelada, mas esta história de revelações esta apenas começando...

 

O misterioso funcionamento dos rovers da NASA no planeta Marte

08.11.10 - 20h21
crédito: ARQUIVO PETIT/JPL/NASA
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Foto Sol 2119 obtida pela câmera panorâmica do rover Opportunity. Quase quatro anos depois do início da missão os painéis solares estavam limpos e sem poeira mais uma vez. Nessa imagem podemos ver ainda uma área encoberta por motivos desconhecidos.

Já escrevemos um outro post nesse mesmo blog a respeito do ressurgimento de alguns de nossos primeiros satélites, que depois de colocados em órbita de nosso planeta, e mais tarde sofrerem uma pane, ao ponto de serem considerados perdidos, e inoperantes, misteriosamente voltaram a funcionar, como se tivessem sido alvo de reparos por alguma forma de ação corretiva, por parte de inteligências desconhecidas.

 

Este tipo de realidade está longe de ser algo de caráter singular, e começou a ser vivenciada nos últimos anos de uma maneira muito especial também dentro do programa de exploração do planeta Marte.  Inúmeras missões haviam falhado, mesmo antes até da chegada das espaçonaves ao planeta, e isto desde o início de nossas tentativas de explorar aquele mundo, coisa totalmente compreensível devido às limitações tecnológicas, e às adversidades enfrentadas.

 

Depois do pouso da Pathfinder, no dia 4 de julho de 1997, o primeiro rover marciano da NASA, cuja missão durou poucos meses, os norte-americanos conceberam e desenvolveram um projeto bem mais ambicioso, envolvendo mais dois rovers (jipes), que chegariam ao planeta anos depois, em janeiro de 2004. As missões originais de cada um foram previamente estabelecidas para serem cumpridas dentro de três meses.

 

Os cientistas do Laboratório de Propulsão a Jato da NASA (JPL), tinham em mente, que mesmo sem possíveis acidentes durante o processo de locomoção pelo solo do planeta, o Spirit, e a Opportunity, os dois robôs da NASA, teriam uma vida útil próxima de um ano terrestre, e isto na melhor das hipóteses.  O problema principal estaria ligado à progressiva deterioração das capacidades de captação de energia pelos painéis solares dos dois robôs, devido a poeira presente na atmosfera do planeta, as tempestades de areia, e tornados, que foram inclusive fotografados durante a missão.  Mais cedo ou mais tarde dentro dessas estimativas, haveria um colapso na geração de energia, que colocaria fim ao projeto de exploração, pois as baterias não poderiam ser mais recarregadas.

 

Falha elétrica

 

Como era de se esperar, conforme os meses foram passando, os painéis solares foram sendo cobertos, e dentro do prazo previsto, o Spirit sofreu uma pane elétrica, para dias depois voltar a funcionar normalmente.  As fotos obtidas poucos dias antes da falha de energia mostravam toda a estrutura superior do robô encoberta por uma camada de poeira.  Quando retomou plenamente suas atividades, para surpresa da agência espacial, seus painéis solares estavam misteriosamente limpos.  Já a Opportunity, parece ter sofrido a misteriosa manutenção de maneira mais constante e desde o início de sua missão, não chegando a viver o problema em escala, ou nível maior.  Se analisarmos as fotos dos dois sites que apresentam supostamente todas as imagens obtidas pelos dois rovers, que totalizam hoje mais de 273 mil fotos, verificaremos, que o processo de encobrimento dos painéis solares se manifestou progressivamente outras vezes, conforme o tempo passava, mas antes que chegasse a níveis críticos, sofria uma correção.

 

Existem imagens surpreendentes do próprio Spirit, tomadas três anos depois do início da missão, mostrando que mesmo em áreas da estrutura superior, que apresentam depressões, ou cavidades, de onde de forma alguma a poeira, ou os grãos de areia poderiam sair, periodicamente não era observado um único vestígio desses materiais, como pode ser constatado nas imagens da série Sol 1220, obtidas pela câmera panorâmica.  Mais do que isto, algumas dessas fotos, e isto vale também para a Opportunity, parecem sugerir até um processo de “polimento” de algumas partes da estrutura desses robôs.  Cinco anos depois da chegada a Marte todo o sistema de alimentação de energia tanto do Spirit, como da Opportunity, pareciam não ter visto o tempo passar.  A NASA já assumiu em vários pronunciamentos e releases o inusitado da situação, entretanto, não faz maiores considerações como isto poderia ter acontecido.  Pelo menos em termos de uma explicação que pudesse ser levada a sério.  Parece que “alguém” resolver interagir diretamente com a missão desses rovers, permitindo que a NASA tivesse acesso a coisas realmente reveladoras e definitivas sobre o passado misterioso do planeta.

 

A descoberta de fósseis

 

Mas do que investigar as condições ambientais, atmosféricas e de solo, esses robôs se envolveram diretamente em uma pesquisa de caráter arqueológico investigando os sinais deixados por uma antiga civilização que existiu em Marte.  Em inúmeras fotos foram detectadas evidências de ruínas, rochas apresentando um curioso estado de polimento, ou bases geométricas, e sinais de artefatos utilizados por esta antiga civilização.  Já em outras até crânios de antigos animais em estado aparentemente fossilizado foram notados e observados, mas progressivamente, conforme essas coisas foram sendo notadas nas imagens liberadas pela agência espacial, teve início um curioso processo de encobrimento de partes de algumas das fotos, que passaram a ser postadas.  No passado e mesmo hoje, essas tarjas negras são utilizadas dentro do programa espacial para preencher lacunas, ou áreas não fotografadas por ocasião da montagem de mosaicos fotográficos, mas não se aplicam no presente caso como explicação.

 

Sinais de acobertamento

 

Hoje podem ser vistas nos dois principais sites da NASA, que apresentam a totalidade das imagens do Spirit e da Opportunity, várias fotos parcialmente encobertas por tarjas, quadrados, ou retângulos negros.  Eu mesmo já localizei várias dessas pessoalmente.  Em pelo menos um caso, relacionado a uma sequência fotográfica cujas imagens apresentam vários sinais de fósseis de antigos animais, a área encoberta sofreu  deslocamento de posição dentro de uma mesma região várias vezes, levantando a suspeita sobre a presença de algo que se movimentou, e não deveria ser observado.  Estamos falando de uma das primeiras séries fotográficas obtida pela câmera panorâmica também do Spirit (Sol 016), constatação que revela, que este possível processo de acobertamento começou antes do que poderíamos imaginar. Vamos voltar a falar ainda sobre tudo isto, apresentando algumas dessas imagens, que estamos divulgando em nossos eventos especiais sobre este assunto.
 

Espaçonaves da NASA descobriram objetos que se movimentaram pelo solo lunar

22.09.10 - 19h03
crédito: ARQUIVO PETIT/NASA
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As estruturas artificiais e os respectivos rastros produzidos pelos deslocamentos fotografados no interior da cratera Vitello pela espaçonave Lunar Orbiter 5.

Um dos aspectos mais misteriosos, e ao mesmo tempo reveladores nas imagens obtidas por nossas espaçonaves enviadas a Lua, identificado praticamente desde o início dos programas de exploração e investigação lunar, são os rastros deixados por objetos de diferentes formas e dimensões em seu solo.  Se as discussões e debates sobre a possibilidade de atividade alienígena em nosso satélite natural, ou mesmo a existência de vida extraterrestre em termos gerais, levassem em conta realmente o nível de evidência que já temos, em vez de discussões teóricas, estaríamos vivendo certamente  “um outro mundo”. 

 

Pelo que tenho conhecimento, a primeira vez que documentamos a presença desses rastros, foi durante o programa Lunar Orbiter, o segundo desenvolvido pela NASA com naves não tripuladas enviadas ao nosso satélite, que tinha por missão ampliar a documentação fotográfica conseguida pelo projeto Ranger, desenvolvido entre os anos de 1961 a 1965.  O projeto Lunar Orbiter tinha como um de seus principais objetivos, mediante o levantamento fotográfico, descobrir e apontar os pontos que seriam utilizados pelo projeto Apollo nas primeiras missões em que nossos astronautas pousariam na Lua, mas foi bem mais longe, e segundo imagens e depoimentos, documentou de maneira definitiva a presença alienígena, inclusive na fase oculta de nosso satélite.

 

Uma das fotos que mais chamou a atenção dos especialistas do Langley Research Center, em Hampton, no estado da Virginia, onde eram na época desenvolvidos boa parte dos projetos da NASA, foi obtida durante a última missão do programa, pela espaçonave Lunar Orbiter 5, lançada em agosto de 1967. Trata-se de uma das 633 fotos de alta resolução conseguidas durante a missão espacial. A imagem em questão, o frame 168H2, foi obtida de uma altitude de pouco menos de 170 km, documentando a região da cratera Vitello, e  pode ser vista hoje no site do Lunar and Planetary Institute da Agencia Espacial Norte-Americana (NASA). Nela podemos ver claramente um misterioso rastro no solo lunar, com quase três quilômetros de extensão, produzido por um objeto em forma de torre, ou obelisco, cuja base possui 140 metros,  que foi “arrastado” pelo solo de nosso satélite.  A sombra projetada não deixa dúvida sobre a forma do objeto que produziu esse efeito.  A questão é: desde quando este obelisco, ou torre esta na atual posição?  Como na Lua não existe atmosfera, e qualquer forma de efeito erosivo, a foto não nos permite datar a antiguidade tanto do rastro, como da estrutura, cuja movimentação pelo solo lunar deixou este impressionante registro.  Mas uma observação mais detalhada, e ampliada da mesma imagem, revela, que existe um segundo rastro deixando por um outro objeto, ou estrutura, menor, quase paralelo ao primeiro.

 

A forma dos objetos, como os próprios vestígios deixados pelas movimentações, são diferentes.  Curiosamente, a largura do rastro deixado pelo segundo objeto, é inferior ao seu próprio diâmetro, coisa que não acontece com o que havia sido notado antes. Isto deixava claro, desde aquela época, que existiram, ou existiam, diferentes estruturas, ou objetos, sendo movimentados pelo solo de nosso satélite, não apenas no aspecto das dimensões, mas realmente de suas formas.

 

Progressivamente foram detectados em outras imagens do próprio projeto Apollo mais sinais do mesmo tipo. Fotografias tomadas pelos astronautas da Apollo 17, em dezembro de 1972, por exemplo, revelaram não só a presença de outros obeliscos, torres, mas rastros de deslocamento com  dezenas de quilômetros de extensão em outras regiões da Lua.  Estas imagens estão "espalhadas" hoje em vários sites, ou páginas da NASA.

 

De maneira surpreendente, quase 40 anos depois que a última missão tripulada ao nosso satélite deixou a órbita lunar, o referido site, meses atrás, passou a apresentar o que ele mesmo denomina de “novas fotos” do projeto Apollo.  Existe sem dúvida uma abertura progressiva com a postagem de imagens realmente impressionantes referentes aos programas de exploração lunar, mas o acobertamento está longe de acabar, até porque essas fotos estão sendo disponibilizadas sem qualquer comentário sobre a real natureza, e principalmente das implicações que certas imagens apresentam. Isto para não falarmos de explicações absurdas fornecidas pela própria agencia espacial, como a ideia lançada de que tais rastros foram gerados por pedras gigantescas que rolam pelo solo lunar. Basta verificar as sombras dos objetos que causaram tais registros, que revelam a forma dos mesmos, para percebermos o quanto é absurda esta proposta. 

 

Fotos destruídas

 

Mas a coisa é ainda pior, ou pelo menos foi.   Em outubro de 2007, o Dr. Ken Johnston, gerente da Divisão de Controle  de  Dados e Fotos do Laboratório de Recepção Lunar da NASA, durante os esforços de exploração de nosso satélite, resolveu sair do silêncio e denunciou mediante as páginas do jornal New York Times, que na época do projeto, “havia recebido ordens para destruir as fotos mais críticas que demonstravam a existência de ruínas e tecnologia extraterrestre na Lua”.  Johnston, que ainda estava na folha de pagamento da NASA, foi demitido em poucos dias, mas insistiu em suas afirmativas, passando a ser uma das vozes mais ativas contra o acobertamento no programa espacial. 

 

Meu retorno e aprofundamento nesse campo de investigação foi inspirado nas declarações desse cientista, e conforme fui explorando os diversos catálogos de imagens lunares, principalmente do já mencionado Lunar and Planetary Institude, descobri algo realmente revelador: a própria NASA, mediante este site, está admitindo, que existem várias fotos, que simplesmente “estão desaparecidas, perdidas”.  Quando você clica em cima do número de determinadas fotografias aparece simplesmente a refêrencia: “missing image”.  Estamos caminhando realmente para um momento muito especial da história da humanidade...

 

A descoberta de instalações extraterrestres na Lua

24.08.10 - 07h15
crédito: ARQUIVO PETIT/Lunar Orbiter 5/NASA
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Conjunto de estruturas artificias fotografado no solo lunar

Mesmo antes de Iurí Alekseyvitch Gagárin chegar ao espaço, os soviéticos, que estavam realmente mais adiantados, que os norte-americanos, começaram a lançar seus primeiros artefatos em direção ao nosso satélite natural.  Só da série Luna, iniciada em janeiro de 1959, foram 24 missões, que compreenderam tanto passagens nas proximidades de nosso satélite, impactos diretos contra o solo, entrada em órbita, e pousos controlados na superfície. Outra série de naves não tripuladas, a Zond, permitiu aos soviéticos desenvolverem a capacidadede de após chegarem ao seu destino, a órbita lunar,  retornarem com suas espaçonaves à Terra.
 
Apesar de atrasados em relação aos seus inimigos ideológicos  na corrida espacial, os norte-americanos progressivamente foram conseguindo seus sucessos na exploração de nosso satélite.  Mediante os projetos Ranger (três missões lunares), Lunar Orbiter, que compreendeu cinco missões, e Surveyor, com sete lançamentos, e vários pousos controlados, obtiveram uma farta documentação fotográfica, e lançaram as bases para a chegada do homem ao nosso satélite.

 

Nessa altura dos acontecimentos, já havia por parte de uma pequena elite espacial, tanto pelo lado dos norte-americanos, como dos soviéticos, uma certeza: fossem americanos ou russos a chegarem primeiro à Lua, encontrariam já “alguém” muito bem estabelecido.

 

Algumas das fotografias obtidas tanto pelos soviéticos, como pelas missões norte-americanas, evidenciavam já uma presença marcante de representantes de uma, ou mais culturas extraterrestres, que estavam usando nosso satélite como base.    Algumas imagens eram realmente impressionantes.   Estruturas na forma de torres, construções apresentando padrões geométricos, crateras cujas formas aparentemente haviam sido modificadas, etc. Algumas fotos já mostravam inclusive, que objetos de grandes dimensões, cuja natureza não podia ser ainda estabelecida, haviam sido transportados pelo solo lunar e deixado na superfície de nosso satélite o registro de suas passagens na forma de rastros, preservados até hoje pela falta de efeitos erosivos.  Isto tudo fazia parte de um  contexto conhecido na época apenas por  uma minoria privilegiada de nossa humanidade, que planejava o passo seguinte: a chegada do homem à Lua.

Espaçonave pode ter descoberto complexo extraterrestre em Europa

09.08.10 - 16h59
crédito: ARQUIVO PETIT/JPL/NASA
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Foto de Europa tomada pela espaçonave Galileu

Quando no dia 18 de outubro de 1989, a espaçonave Galileu foi lançada pela NASA no interior do compartimento de carga do ônibus espacial Atlantis,  tendo como missão estudar o planeta Júpiter e suas luas, não se imaginava ainda, que esta missão colocaria mais uma vez a agência espacial e os responsáveis pelo acobertamento de possíveis sinais da presença extraterrena sobre pressão.  As missões anteriores, que haviam explorado os planetas gigantes, respectivamente Júpiter, Saturno, Urano e Netuno, até onde temos conhecimento, não haviam revelado nenhuma evidência direta, ou mesmo sinais da atividade alienígena além do chamado cinturão de asteróides.  Os próprios satélites maiores de Júpiter, descobertos por Galileu Galilei, as luas Io, Europa, Calixto e Ganímedes, já haviam sido fotografados com um nível de definição bem razoável, que havia permitido inúmeras descobertas, que revelavam, que apesar de girarem em torno do mesmo astro (Júpiter), e de possuírem diâmetros e dimensões semelhantes, eram bem distintos em termos dos detalhes de suas superfícies.  Mas nada indicava que seis anos depois, quando a Galileu chegasse a Júpiter, e a seu sistema de satélites, documentaria algo além da natureza desses mundos, por mais que o nível de definição das imagens, que seriam obtidas, fosse imensamente superior ao das espaçonaves anteriores da série Pioneer e Voyager.

 

Em 7 de dezembro de 1995, a Galileu entrava em órbita do maior planeta de nosso sistema solar, para um missão que duraria vários anos, documentando de uma maneira nunca vista antes não só Júpiter, como suas luas.  Mas foi em Europa, um dos satélites descobertos por Galileu, o menor dos quatro observados mediante sua modesta luneta, que algo realmente inesperado começou a se materializar.  Sua superfície gélida, que encobre um oceano cuja profundidade chega segundo estimativas atuais a cerca de 160 quilômetros, apresentava um padrão nunca observado.  As imagens começaram a mostrar, que boa parte de sua superfície estava coberta por um arranjo de misteriosas “linhas”, que em várias regiões apareciam duplicadas, e estavam dimensionadas em níveis diferenciados.  As fotografias rapidamente começaram a circular entre as instituições de pesquisas relacionadas ao programa espacial, gerando perplexidade.

 

A NASA buscava entender a gênese e natureza daquelas estruturas.  Em vários pontos da superfície de Europa, aquelas coisas, de maneira definitiva, apresentavam um padrão difícil de ser explicado em termos de uma teoria restrita a uma fenomenologia natural.  Além de muitas “riscarem” a superfície do satélite, como já revelamos, aos pares, lado a lado, apresentando dimensões exatamente iguais em termos de suas larguras, não se cruzavam muitas vezes.  De maneira surpreendente pareciam passar por baixo, ou por cima de estruturas semelhantes, como as pistas de nossos viadutos.  Outras convergiam para pontos específicos de sua superfície.  O Laboratório de Propulsão a Jato da NASA em Pasadena, na Califórnia, responsável pela missão da Galileu, ainda buscava entender o significado daquelas estruturas, quando o físico russo Boris Ustinovich rompeu o silêncio da comunidade científica e afirmou que as dificuldades em encontrar uma explicação eram devidas à insistência de se buscar uma teoria de base natural.  Segundo Ustinov, estávamos diante de um claro sinal da presença de uma cultura alienígena.  O físico russo desenvolveu ainda a ideia de que aquelas “linhas” representavam na realidade grandes dutos utilizados como ligação entre diferentes pontos de Europa, no interior dos quais poderiam trafegar provavelmente algum tipo de veículo. 

 

Não é preciso dizer, que como em outros casos desse tipo, a NASA não aceitou, e muito menos deu algum crédito a essas ideias, pelo menos em termos oficiosos.  Publicamente o JPL passou a defender, que estávamos diante apenas de “arranjos” gerados pela movimentação e choque das camadas de gelo do satélite.

 

A profecia de um filme

 

Um outro aspecto relacionado a esta história, e que não poderíamos deixar de mencionar, pelo menos a título de curiosidade, é o paralelismo entre as descobertas da Galileu em Europa, e  o filme "2010 – O ano que faremos contato", lançado no ano de 1984, onze anos antes da chegada da Galileu a Júpiter. Baseado no livro homônimo de Artur Clark, essa continuação do clássico “2001 – Uma Odisséia no Espaço”, revela a partir das informações obtidas no contato com as inteligências responsáveis por nossa evolução, que a humanidade poderia explorar todas as luas de Júpiter, com exceção justamente de Europa, pois algo de muito especial existiria nessa lua.  Europa seria uma espécie de “santuário” para a vida, e estaria sobre o controle dessas mesmas inteligências, não podendo sofrer qualquer forma de interferência.

 

Confirmação da ciência

Europa nos últimos anos progressivamente passou a concentrar as atenções de vários cientistas por suas possibilidades de abrigar vida.  A ideia de que seu imenso oceano pode manter e sustentar formas de vida de escala superior tem gerado muito polêmica.

 

Segundo um dos estudos divulgados recentemente, esse oceano extraterrestre está sendo “alimentando” com oxigênio a níveis mais de 100 vezes superiores do que modelos anteriores propostos. Richard Greenberg, da Universidade do Arizona, autor dessa pesquisa, que foi apresentada em um congresso da Divisão para Ciências Planetárias da Sociedade Astronômica Americana, declarou que existe oxigênio suficiente para manter mais do que formas de vida microscópicas: pelo menos três milhões de toneladas de criaturas semelhantes a peixes podem teoricamente estar vivendo e respirando no referido satélite de Júpiter, declarou o cientista. Já Timothy Shank, outro membro da comunidade acadêmica, estudioso da Instituição Oceanográfica Woods Hole, chegou a declarar também recentemente, que ficaria chocado se não existisse vida em Europa.

 

A destruição da Galileu

 

Mas independente dos atuais estudos realizados mais recentemente, no dia 21 de setembro de 2003, depois de 14 anos de seu lançamento, e 8 anos em órbita de Júpiter, os cientistas responsáveis pela missão da Galileu, tomaram uma decisão mais do que curiosa e ao mesmo tempo reveladora: dirigiram a espaçonave diretamente rumo a Júpiter para que fosse totalmente destruída e incinerada pelo calor do atrito com a atmosfera daquele mundo.  Segundo a NASA, o objetivo foi garantir que nenhuma das luas do planeta pudesse ser contaminada por algum microorganismo terrestre, que pudesse ainda estar vivo na espaçonave.  Mais uma vez a ficção parece ter se tornado realidade...

Manutenção alienígena?

05.08.10 - 15h43
crédito: ARQUIVO PETIT
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O satélite Telstar I misteriosamente consertado

A partir de nossos primeiros satélites terem sido lançados e colocados em órbita, mais do que continuarmos a detectar a presença dos UFOs na órbita terrestre, como vimos no post anterior, teve início um outro processo.  Nossos veículos espaciais passaram a sofrer um acompanhamento, e a chegada do homem ao espaço, diretamente com Iurí Alekseyvitch Gagárin, por parte dos soviéticos, em 1960, e do norte-americano John Glenn Jr., em 1962, nossos astronautas passaram a ser testemunhas diretas dessa realidade.  Cada nova espaçonave, cada novo desenvolvimento de nossas possibilidades eram detidamente acompanhados por esses “olhos misteriosos”, e progressivamente era estabelecida uma censura cada vez mais objetiva, para manter o que acontecia no espaço longe da população. 

 

Antes mesmo de chegarmos ao espaço, na verdade, a simples possibilidade de contato, ou do encontro com artefatos alienígenas já era seriamente considerada, e havia servido para o nascimento de diretrizes e documentos versando sobre o sigilo, que deveria ser mantido a qualquer custo.  Na época, a divulgação desses “encontros”, já era considerada um fator de desestabilização da sociedade, e estados de perplexidade da população tinham que ser evitados.   Análises dos vários cenários possíveis, a partir de um estabelecimento total da verdade, já haviam sido considerados, e chegavam potencialmente à subversão total da ordem e das instituições.
 
Se os encontros com os UFOs no espaço já estavam gerando perplexidade dentro dos setores espaciais das duas super-potências, o passo seguinte dessa nossa história foi ainda mais perturbador.  Com a sucessão de lançamentos por parte dos EUA e da URSS vários de nossos artefatos, satélites, começaram a apresentar problemas técnicos, o que evidentemente era algo totalmente previsível.  O surpreendente é que vários desses depois de lançados, e apresentarem problemas,  pareciam ser objeto de algum tipo de manutenção ou conserto. 
 
Em agosto de 1963 é realizado em  Blacksburg, na Virgínia (EUA), um congresso com os maiores especialistas  das ciências espaciais.  Um dos objetivos do encontro foi justamente  debater os estranhos acontecimentos que estavam acontecendo com  os satélites Firely, Telstar I, e Telstar II.  Os dois últimos responsáveis pelas primeiras transmissões de TV ao vivo entre os EUA e a Europa, que haviam deixado de transmitir em várias ocasiões, para depois voltarem a funcionar normalmente, da mesma forma que outros aparelhos soviéticos. O cientista Richard Kershner, da Universidade John Hopkins (EUA), declarava na oportunidade, que podíamos pensar que “fantasmas espaciais” estavam dando “uma mão”, reparando os problemas dos mesmos. Como sabemos, coisas desse tipo continuam acontecendo até os dias de hoje, inclusive com nossas sondas enviadas aos planetas de nosso sistema solar, como veremos mediante outras postagens.

As primeiras detecções de UFOs na órbita terrestre

04.08.10 - 14h42
crédito: ARQUIVO PETIT/NASA
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UFO fotografado durante a missão Apollo 11

Mesmo antes do dia 4 de outubro de 1957, quando os soviéticos lançaram da base de Baikonur e colocaram em órbita nosso primeiro satélite artificial, o Sputnik, aparelhos não identificados já haviam sido detectados e descobertos evoluindo além da nossa atmosfera, quilômetros acima da superfície de nosso mundo.


A primeira dessas descobertas aconteceu no ano de 1953, quando a recém criada USAF, a Força Aérea Norte-Americana, começou a utilizar um novo modelo de radar, que possibilitava detecções de alvos a distâncias bem superiores às conseguidas até então.  Faziam ainda os primeiros testes quando os técnicos captaram um objeto de grandes dimensões evoluindo sobre a região equatorial do planeta a uma altura de 600 milhas.   Pouco depois outro entrava na órbita do planeta a uma altitude inferior, estimada em 400 milhas.  A partir dessas ocorrências, foi criada em White Sands, no Novo México, em caráter de emergência, um projeto supostamente para a detecção de satélites.  O descobridor do planeta Plutão, o astrônomo Clyde Toumbaught, um dos poucos de sua área a declarar publicamente ter visto UFOs, foi curiosamente convidado para dirigir os estudos, que teriam a supervisão da Ordinance Research do Exército.
 
A explicação oficial aprovada pelo Pentágono para divulgação pública dizia que as Forças Armadas estavam pesquisando pequenas luas, objetos naturais que tinham chegado através do espaço e entrado em órbita de nosso planeta.  Em 1955, entretanto, a Casa Branca recebia a informação de que um desses objetos havia passado a evoluir em uma órbita mais baixa.  Estava orbitando o planeta cerca 50 quilômetros mais próximo, enquanto o outro simplesmente havia desaparecido, deixando as vizinhanças de nosso mundo.  Não havia a menor dúvida já nessa época, que estávamos diante de artefatos controlados por alguma forma de inteligência. A idéia de objetos naturais entrando em órbita da Terra foi algo apenas para consumo do público.
 
O Comitê de Segurança Nacional, intimado pelo então presidente Dwight David Eisenhower aventava a alternativa de se tratarem de artefatos lançados pelos soviéticos, o que em nada servia para acalmar as coisas.  Afinal, se eles já detinham tecnologia para colocar em órbita artefatos daquele tamanho, os EUA estavam realmente em grande perigo, pois as tensões entre os dois blocos já era preocupante naqueles tempos.  Mas a verdade é que aqueles objetos detinham uma tecnologia muito além das capacidades soviéticas, como dois anos depois pôde ser confirmado, quando finalmente tivemos o lançamento do primeiro satélite por parte dos comunistas: um pequeno objeto metálico.
 
Desde 1953 outros objetos de origem interplanetária passaram a ser detectados orbitando nosso planeta, ou simplesmente se aproximando dele, para depois desaparecem, e nunca mais serem vistos.  Nosso programa espacial passou a ser desenvolvido e planejado já com a certeza de que iríamos encontrar “alguém”, e que a órbita de nosso planeta, já estava, vamos dizer, ocupada.

 

A descoberta da Face de Cydonia e suas implicações para o acobertamento

03.08.10 - 17h53
crédito: ARQUIVO PETIT/JPL/NASA
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Face de Cydonia (Viking 1)

No dia 25 de Julho de 1976, aproximadamente 34 anos atrás, a primeira das duas espaçonaves do projeto Viking, o mais ambicioso desenvolvido até então pelos norte-americanos para exploração do planeta Marte, obteve aquela que seria a primeira imagem da chamada Esfinge Marciana.  A foto tomada pelo módulo orbital da Viking 1, à uma distância de 1.873 quilômetros, não deixava dúvida, que existia na planície de Cydonia, situada no hemisfério norte do planeta, algo que aparentemente “não deveria estar ali”:  a imagem de um rosto humano gigantesco com 1.580 metros em seu eixo maior, e uma altura estimada em cerca de 400 metros. Para complicar ainda mais as coisas, esta imagem, classificada como foto 35A72, revelava ainda a existência na mesma região do que pareciam ser ruínas de um complexo de estruturas artificiais, onde se destacavam o que pareciam ser restos de antigas pirâmides.
 
Apesar da clareza da fotografia, o Laboratório de Propulsão a Jato (JPL), responsável pelo projeto, divulgava já no dia 31 de julho de 1976 uma nota acompanhada por uma foto ampliada da Face (Press Release P-17384), onde afirmava que estávamos diante apenas de um efeito de luz e sombra, que havia gerado a ilusão de estarmos diante de uma estrutura artificial com a forma de uma cabeça humana.  O fato é que além dessa primeira imagem, e de todas as tentativas de encobrir a importância dessa descoberta, cujas implicações para o futuro da exploração do planeta eram inegáveis, o próprio projeto Viking conseguiu mais três fotografias da mesma região, e em todas elas a Face aparecia de maneira evidente, ou seja, não havia nada que indicasse que estávamos diante de uma ilusão, pelo contrário.  Tinha início um processo de acobertamento em larga escala dentro do programa de exploração do planeta Vermelho.  Além da negativa direta de estarmos diante de algo artificial presente no referido release, a NASA, usando o artifício de liberar um close da Face, eximiu-se de apresentar e dar destaque a existência das outras estruturas também fotografadas na mesma região.  Seria mais difícil convencer a mídia e o povo norte-americano, que em uma única foto ou imagem da Viking o acaso havia produzido vários efeitos ilusórios.
 
Apesar de existirem imagens curiosas de outras estruturas obtidas antes pela sonda Mariner 9, que havia entrado na órbita marciana em 1971, não há dúvida que foram as fotos de Cydonia obtidas em 1976, que abriram uma ampla discussão sobre a possível existência em passado remoto de um antiga civilização avançada em Marte.  A Face de Cydonia, principalmente, passava a ser uma espécie de ícone dentro do assunto, e justamente por isto se tornaria uma espécie de alvo prioritário da NASA.  Algo a ser destruído, desqualificado, mesmo se fosse necessário algo bem mais escuso e imoral, que as manobras iniciais do JPL. Se este objetivo não fosse atingido todo o programa espacial para o planeta e sua cobertura de sigilo estaria em risco.  Era preciso afastar o interesse do público, e da mídia em geral.  Mais do que isto, da própria comunidade científica, coisa que de certa maneira foi conseguida com a ajuda do fracasso da missão seguinte, a da Mars Observer, que momentos antes de entrar em órbita do planeta, em 1993, foi declarada perdida e desaparecida.

 

Mas mais de vinte anos depois, com a entrada em órbita da Mars Global Surveyor  (11 de setembro de 1997), os mentores do acobertamento e seus representantes dentro da NASA deram uma cartada decisiva para tirar o interesse da mídia e afastar a população do que estava prestes a acontecer. Tanto seus cientistas, como vários outros que já tinham feito denúncias contra o acobertamento das imagens do programa de exploração do planeta, sabiam perfeitamente que, com o nível de definição das câmeras da MGS o "véu finalmente cairia". Mas o que aconteceu poucos dias depois foi um dos mais vergonhosos atos perpetrados nos EUA contra a consciência de seu povo, e porque não dizer da humanidade.

 

Logo após fotografar Cydonia, a região onde em 1976 havia sido fotografada pela Viking por várias vezes a polêmica imagem da Face, a estrutura semelhante a uma cabeça humana fitando o céu, a agência espacial chamou a imprensa e liberou uma imagem surpreendente onde nada ou quase nada podia ser visto, que segundo as declarações oficiais da NASA, apresentadas conjuntamente com a foto, comprovava que o Rosto, como também passou a ser conhecida, simplesmente não existia como uma estrutura. Tudo não passava, como oficialmente já era dito desde sua descoberta, de uma ilusão.

 

Recordo-me perfeitamente de ter assistido este triste espetáculo inclusive nos telejornais da época em nosso país. O que mais me surpreendeu foi a facilidade que tanto a mídia, e expressiva parcela da população encararam o que estava sendo oferecido. Coisas deste tipo acontecem e são planejadas a partir da idéia de que boa parcela da humanidade pode ser facilmente manipulada mediante o nível de percepção de suas mentes, o que na verdade sabemos está muito próximo da realidade. Como conseqüência deste "espetáculo", percebo ainda hoje, para minha surpresa, inclusive alguns colegas de nossa própria área, apresentarem a referida estrutura (face) como um engodo. Para agirem assim devem desconhecer todos os estudos que já foram realizados por várias personalidades, inclusive do mundo astronômico e acadêmico, especialistas em ótica, processamento de imagens, entre outros, que já divulgaram seus estudos técnicos. O que a NASA fez até hoje em contrapartida: disse não, não existe nada! Por acaso algum dia a NASA declarou que os UFOs existem?


Descoberta da Fraude

 

Mas como de costume a fraude foi logo descoberta, mas também como acontece normalmente, tal constatação foi ignorada quase totalmente pela mídia e pela população desatenta. A nota oficial da agência (NASA) foi manchete, a denúncia sobre a fraude esquecida. O JPL havia além de ter fotografado pela primeira vez na referida missão a Face na mais desfavorável posição possível em termos de inclinação, tinha suprimido na hora de "montar" a imagem todos os recursos básicos utilizados normalmente no processamento de imagens espaciais. Para que se tenha uma idéia de como a foto foi manipulada pela NASA, basta dizer que depois da descoberta da fraude justamente por aqueles que sempre denunciaram o acobertamento, foi utilizada em seguida uma imagem aérea do Pentágono para demonstração do que havia sido feito. Passada pelo mesmo processo de desfiguração e nível de definição utilizado na imagem do Rosto, o centro do poder militar norte-americano ficou simplesmente irreconhecível.

 

Com a reconstituição da devida definição, e a utilização dos recursos normais, básicos do processamento de imagens, a primeira foto da Face conseguida depois de mais de vinte anos, como declarou posteriormente a imprensa o astrônomo norte-americano Tom Van Flandern, do US Naval Observatory, comprova de maneira definitiva que estamos diante de uma estrutura artificial. Flandern, falecido recentemente, chegou a fazer um detalhado depoimento revelando os motivos e detalhes que o levaram a esta conclusão, apresentando tudo posteriormente na forma de uma conferência pública em Washington em maio de 2001, em que teve o apoio de outros especialistas (físicos, geólogos, etc.).

 

Com o efeito gerado pela manobra relativa à foto da Face de Cydonia, e com a mídia acompanhando à distância a missão, a NASA mediante a MGS deu seguimento ao mais extraordinário processo de mapeamento fotográfico do planeta Vermelho, que permitiu não só documentar de maneira evidente os sinais da antiga civilização nos locais antes já vislumbrados, como a detecção de outras ruínas e sinais de estruturas gigantescas, que aparecem preservadas nas fotos, como se fossem coisas em atividade na atualidade. Como continua a fazer até hoje, vez por outra, mediante seus press releases chamava a atenção para algumas imagens sem maiores implicações.

 

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