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Espaçonave pode ter descoberto complexo extraterrestre em Europa

09.08.10 - 16h59
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Foto de Europa tomada pela espaçonave Galileu

Quando no dia 18 de outubro de 1989, a espaçonave Galileu foi lançada pela NASA no interior do compartimento de carga do ônibus espacial Atlantis,  tendo como missão estudar o planeta Júpiter e suas luas, não se imaginava ainda, que esta missão colocaria mais uma vez a agência espacial e os responsáveis pelo acobertamento de possíveis sinais da presença extraterrena sobre pressão.  As missões anteriores, que haviam explorado os planetas gigantes, respectivamente Júpiter, Saturno, Urano e Netuno, até onde temos conhecimento, não haviam revelado nenhuma evidência direta, ou mesmo sinais da atividade alienígena além do chamado cinturão de asteróides.  Os próprios satélites maiores de Júpiter, descobertos por Galileu Galilei, as luas Io, Europa, Calixto e Ganímedes, já haviam sido fotografados com um nível de definição bem razoável, que havia permitido inúmeras descobertas, que revelavam, que apesar de girarem em torno do mesmo astro (Júpiter), e de possuírem diâmetros e dimensões semelhantes, eram bem distintos em termos dos detalhes de suas superfícies.  Mas nada indicava que seis anos depois, quando a Galileu chegasse a Júpiter, e a seu sistema de satélites, documentaria algo além da natureza desses mundos, por mais que o nível de definição das imagens, que seriam obtidas, fosse imensamente superior ao das espaçonaves anteriores da série Pioneer e Voyager.

 

Em 7 de dezembro de 1995, a Galileu entrava em órbita do maior planeta de nosso sistema solar, para um missão que duraria vários anos, documentando de uma maneira nunca vista antes não só Júpiter, como suas luas.  Mas foi em Europa, um dos satélites descobertos por Galileu, o menor dos quatro observados mediante sua modesta luneta, que algo realmente inesperado começou a se materializar.  Sua superfície gélida, que encobre um oceano cuja profundidade chega segundo estimativas atuais a cerca de 160 quilômetros, apresentava um padrão nunca observado.  As imagens começaram a mostrar, que boa parte de sua superfície estava coberta por um arranjo de misteriosas “linhas”, que em várias regiões apareciam duplicadas, e estavam dimensionadas em níveis diferenciados.  As fotografias rapidamente começaram a circular entre as instituições de pesquisas relacionadas ao programa espacial, gerando perplexidade.

 

A NASA buscava entender a gênese e natureza daquelas estruturas.  Em vários pontos da superfície de Europa, aquelas coisas, de maneira definitiva, apresentavam um padrão difícil de ser explicado em termos de uma teoria restrita a uma fenomenologia natural.  Além de muitas “riscarem” a superfície do satélite, como já revelamos, aos pares, lado a lado, apresentando dimensões exatamente iguais em termos de suas larguras, não se cruzavam muitas vezes.  De maneira surpreendente pareciam passar por baixo, ou por cima de estruturas semelhantes, como as pistas de nossos viadutos.  Outras convergiam para pontos específicos de sua superfície.  O Laboratório de Propulsão a Jato da NASA em Pasadena, na Califórnia, responsável pela missão da Galileu, ainda buscava entender o significado daquelas estruturas, quando o físico russo Boris Ustinovich rompeu o silêncio da comunidade científica e afirmou que as dificuldades em encontrar uma explicação eram devidas à insistência de se buscar uma teoria de base natural.  Segundo Ustinov, estávamos diante de um claro sinal da presença de uma cultura alienígena.  O físico russo desenvolveu ainda a ideia de que aquelas “linhas” representavam na realidade grandes dutos utilizados como ligação entre diferentes pontos de Europa, no interior dos quais poderiam trafegar provavelmente algum tipo de veículo. 

 

Não é preciso dizer, que como em outros casos desse tipo, a NASA não aceitou, e muito menos deu algum crédito a essas ideias, pelo menos em termos oficiosos.  Publicamente o JPL passou a defender, que estávamos diante apenas de “arranjos” gerados pela movimentação e choque das camadas de gelo do satélite.

 

A profecia de um filme

 

Um outro aspecto relacionado a esta história, e que não poderíamos deixar de mencionar, pelo menos a título de curiosidade, é o paralelismo entre as descobertas da Galileu em Europa, e  o filme "2010 – O ano que faremos contato", lançado no ano de 1984, onze anos antes da chegada da Galileu a Júpiter. Baseado no livro homônimo de Artur Clark, essa continuação do clássico “2001 – Uma Odisséia no Espaço”, revela a partir das informações obtidas no contato com as inteligências responsáveis por nossa evolução, que a humanidade poderia explorar todas as luas de Júpiter, com exceção justamente de Europa, pois algo de muito especial existiria nessa lua.  Europa seria uma espécie de “santuário” para a vida, e estaria sobre o controle dessas mesmas inteligências, não podendo sofrer qualquer forma de interferência.

 

Confirmação da ciência

Europa nos últimos anos progressivamente passou a concentrar as atenções de vários cientistas por suas possibilidades de abrigar vida.  A ideia de que seu imenso oceano pode manter e sustentar formas de vida de escala superior tem gerado muito polêmica.

 

Segundo um dos estudos divulgados recentemente, esse oceano extraterrestre está sendo “alimentando” com oxigênio a níveis mais de 100 vezes superiores do que modelos anteriores propostos. Richard Greenberg, da Universidade do Arizona, autor dessa pesquisa, que foi apresentada em um congresso da Divisão para Ciências Planetárias da Sociedade Astronômica Americana, declarou que existe oxigênio suficiente para manter mais do que formas de vida microscópicas: pelo menos três milhões de toneladas de criaturas semelhantes a peixes podem teoricamente estar vivendo e respirando no referido satélite de Júpiter, declarou o cientista. Já Timothy Shank, outro membro da comunidade acadêmica, estudioso da Instituição Oceanográfica Woods Hole, chegou a declarar também recentemente, que ficaria chocado se não existisse vida em Europa.

 

A destruição da Galileu

 

Mas independente dos atuais estudos realizados mais recentemente, no dia 21 de setembro de 2003, depois de 14 anos de seu lançamento, e 8 anos em órbita de Júpiter, os cientistas responsáveis pela missão da Galileu, tomaram uma decisão mais do que curiosa e ao mesmo tempo reveladora: dirigiram a espaçonave diretamente rumo a Júpiter para que fosse totalmente destruída e incinerada pelo calor do atrito com a atmosfera daquele mundo.  Segundo a NASA, o objetivo foi garantir que nenhuma das luas do planeta pudesse ser contaminada por algum microorganismo terrestre, que pudesse ainda estar vivo na espaçonave.  Mais uma vez a ficção parece ter se tornado realidade...

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Fábio Santos 26.08.2010 às 14h12

Marco...em que localização na Serra da belez se da certas anomalias nos satélites da NASA como te confidenciou um amigo seu do INPE ?

Marco Antonio Petit 16.08.2010 às 10h51

Caro Ricardo Pereira. Obrigado por seus comentários e questionamentos. Existem mesmo algumas tradições antigas, como dos índios Hopi (EUA), que defendem que seus ancestrais emigraram para Terra vindos de Marte, por conta de uma catástrofe cósmica. Valeu pela força. Forte abraço, Petit

Marco Antonio Petit 16.08.2010 às 10h44

Obrigado Nágea por seu retorno e força para nosso trabalho. Forte abraço, Petit

Nágea Luiza Batista 15.08.2010 às 19h56

Parabéns pelo excelente espaço! Não admitir a existência de outros seres inteligentes no universo, é não admitir a própria existência, pois, não há efeito sem causa. Existe um mundo invisível, eletromagnético, paralelo ao mundo visível em que habitamos. Estes seres sempre nos governaram com suas irradiações através do pensamento e da imaginação, tendo sido eles os verdadeiros criadores de toda a cultura terrena, filosófica, científica e religiosa. A missão deles é a nossa lapidação, para tirar nosso atraso e nossa brutalidade. Criaram o bem aparente e o mal, num sistema perfeito que redunda no sofrimento de todos para nosso aperfeiçoamento. Nós os sentimos (as pessoas mais sensíveis) e outros conseguem vê-los (pessoas com cargas magnéticas muito grande no corpo). A vibração energética deles é como a nossa, eletromagnética. Mas, por ser superior, não os vemos com a mesma facilidade que vemos tudo que é de material. Estes seres, quando diminuem sua vibração energética eletromagnética, são vistos por qualquer pessoa. Mas, a missão deles não é de paz. Porém, isso não é motivo de apreensão, pois há eternidades eles vinham e vem nos governando através do pensamento e da imaginação. Mas, acontece, que a fase deles de nos governar terminou, porque o mundo de onde somos originários, o mundo superior, ligou-se a este segundo mundo em que vivemos. E assim é que se encontram entre nós, em todos os cantos do mundo, habitantes do mundo superior, corpos de massa cósmica de vibração puríssima, perfeita, absolutamente equilibrada, tal como já fomos um dia, quando habitávamos o mundo superior, o primeiro mundo, causa deste segundo em que vivemos. Eles estão entre nós em missão de paz para dar início aqui na Terra a uma civilização adiantadíssima e equilibradíssima. Mas, por serem de uma energia de vibração suprema, não podemos vê-los, a não ser quando se materializam, ligando-se no nosso campo vibracional eletromagnético. A missão deles é de paz, amor e fraternidade. Vieram nos ensinar a desenvolver a mesma energia deles, que se encontra materializada em nossa cabeça na glândula pineal. E que quando essa energia estiver desenvolvida, nos comunicaremos com eles naturalmente e viveremos em concórdi a com eles e entre nós, porque essa energia é a mesma dentro de todas as cabeças humanas, de equilíbrio perfeito, fazendo com que a humanidade evolua da fase da civilização, fase ainda animal, para a fase final e conclusiva do nosso desenvolvimento, a fase da razão ? equilíbrio perfeito. Portanto, o mundo paralelo eletromagnético que sempre nos governou, ficará com o comando unicamente dos animais irracionais na Terra. O ser humano passará a ser governado pelos seres do primeiro mundo, até que se desenvolva completamente e passe a se governar de forma absolutamente equilibrada. O que tem prejudicado a ciência a chegar às conclusões finais sobre o assunto, é o fato dela se prender aos efeitos e, não às causas, tornando-se uma ciência materialista, ou seja, que se prende às vibrações eletromagnéticas da matéria. Mas, esses seres superiores estão providenciando, muito naturalmente, tudo que é preciso para que toda a humanidade chegue à mesma conclusão e perceba a realidade da natureza, não se baseando mais nas aparências. Por isso esse reboliço no mundo inteiro, muito desequilíbrio, por se tratar de uma mudança DA NATUREZA, mudança de fase. E toda mudança gera transtornos. A não aceitação desta realidade, faz com que os invisíveis eletromagnéticos se revoltem contra os seres humanos, procurando aumentar o sofrimento de todos, a fim de que todos procurem entender que não são deste segundo mundo ? estamos fora do nosso habitat verdadeiro e natural. Mais uma vez PARABÉNS por este espaço, que deva de ser muito divulgado, pois, está sendo um grande trabalho para colocar fim neste grande atraso da humanidade de PENSAR e IMAGINAR que somos os únicos seres inteligentes no universo. Mais tarde todos compreenderão que somos, na verdade, os MENOS INTELIGENTES, mas, que está na hora de mudar este quadro mundial de atraso. GRATÍSSIMA!

Ricardo Pereira Bahia 15.08.2010 às 16h12

Poucos céticos percebem que vida fora da Terra é a Terra plana, Terra centro do Universo dos dias de hoje. Só temos 10.000 anos de civilização com acúmulo de conhecimentos armazenados em pinturas, escritas, sons, imagens e transmissões eletrônicas. Antes disso houve mais de 250.000 anos de humanidade em nosso planeta. E antes disso ninguém pode afirmar sobre o passado somente olhando para históricos geológicos terrestres. Afinal, o que impede de nossos antepassados terem vivido em Marte e, antes de atingirem um nível tecnológico semelhante ao nosso século XX, terem mudade de planeta, de Marte para a Terra, com ajuda de algum povo que esteja vivendo em nosso sistema solar em alguma lua? Nós mal pousamos na nossa Lua, nossas sondas vão a alguns dos planetas e as informações divulgadas - sabemos todos - podem ser filtradas de acordo com as conveniências governamentais/militares/religiosas. Se o nosso passado se originou fora da Terra, é claro que as respostas sobre nossas origens não serão encontradas aqui. O que impede essa teoria de ser plausível? Você sabe os nomes dos avós dos seus avós? Então, como sustentar a arrogância de querer saber sobre um passado muito mais longínquo? Parabéns Petit. Serei leitor assíduo deste blog. Mente aberta, gente!

Marco Antonio Petit 11.08.2010 às 18h09

Obrigado amigo Fávio pelo retorno e suas palavras. Estamos vivendo realmente momentos muito especiais. Progressivamente a verdade sobre os UFOs, e os sinais da presença e atividade extraterrestre em vários pontos de nosso sistema solar vai atingindo um número maior de pessoas. Forte abraço, Petit

Flávio Pierozan 11.08.2010 às 16h32

PARABÉNS PELA MATÉRIA. SEMPRE MUITO DIDÁTICA. OBRIGADO POR SEU INTERESSE EM ESCLARECER SEMPRE OS ASSUNTOS TIDOS COMO TABÚS SOBRE OVINS. CONTINUE ASSIM QUE LOGO A VERDADE TODA VAI SER REVELADO PARA A HUMANIDADE E VOCÊ FARÁ PARTE DOS QUE, COM CORAGEM E DETERMINAÇÃO CONTRIBUIRAM DIFINITIVAMENTE PARA QUE ISSO OCORRESE. PARABÉNS PETIT.
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