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O misterioso funcionamento dos rovers da NASA no planeta Marte

08.11.10 - 20h21
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Foto Sol 2119 obtida pela câmera panorâmica do rover Opportunity. Quase quatro anos depois do início da missão os painéis solares estavam limpos e sem poeira mais uma vez. Nessa imagem podemos ver ainda uma área encoberta por motivos desconhecidos.

Já escrevemos um outro post nesse mesmo blog a respeito do ressurgimento de alguns de nossos primeiros satélites, que depois de colocados em órbita de nosso planeta, e mais tarde sofrerem uma pane, ao ponto de serem considerados perdidos, e inoperantes, misteriosamente voltaram a funcionar, como se tivessem sido alvo de reparos por alguma forma de ação corretiva, por parte de inteligências desconhecidas.

 

Este tipo de realidade está longe de ser algo de caráter singular, e começou a ser vivenciada nos últimos anos de uma maneira muito especial também dentro do programa de exploração do planeta Marte.  Inúmeras missões haviam falhado, mesmo antes até da chegada das espaçonaves ao planeta, e isto desde o início de nossas tentativas de explorar aquele mundo, coisa totalmente compreensível devido às limitações tecnológicas, e às adversidades enfrentadas.

 

Depois do pouso da Pathfinder, no dia 4 de julho de 1997, o primeiro rover marciano da NASA, cuja missão durou poucos meses, os norte-americanos conceberam e desenvolveram um projeto bem mais ambicioso, envolvendo mais dois rovers (jipes), que chegariam ao planeta anos depois, em janeiro de 2004. As missões originais de cada um foram previamente estabelecidas para serem cumpridas dentro de três meses.

 

Os cientistas do Laboratório de Propulsão a Jato da NASA (JPL), tinham em mente, que mesmo sem possíveis acidentes durante o processo de locomoção pelo solo do planeta, o Spirit, e a Opportunity, os dois robôs da NASA, teriam uma vida útil próxima de um ano terrestre, e isto na melhor das hipóteses.  O problema principal estaria ligado à progressiva deterioração das capacidades de captação de energia pelos painéis solares dos dois robôs, devido a poeira presente na atmosfera do planeta, as tempestades de areia, e tornados, que foram inclusive fotografados durante a missão.  Mais cedo ou mais tarde dentro dessas estimativas, haveria um colapso na geração de energia, que colocaria fim ao projeto de exploração, pois as baterias não poderiam ser mais recarregadas.

 

Falha elétrica

 

Como era de se esperar, conforme os meses foram passando, os painéis solares foram sendo cobertos, e dentro do prazo previsto, o Spirit sofreu uma pane elétrica, para dias depois voltar a funcionar normalmente.  As fotos obtidas poucos dias antes da falha de energia mostravam toda a estrutura superior do robô encoberta por uma camada de poeira.  Quando retomou plenamente suas atividades, para surpresa da agência espacial, seus painéis solares estavam misteriosamente limpos.  Já a Opportunity, parece ter sofrido a misteriosa manutenção de maneira mais constante e desde o início de sua missão, não chegando a viver o problema em escala, ou nível maior.  Se analisarmos as fotos dos dois sites que apresentam supostamente todas as imagens obtidas pelos dois rovers, que totalizam hoje mais de 273 mil fotos, verificaremos, que o processo de encobrimento dos painéis solares se manifestou progressivamente outras vezes, conforme o tempo passava, mas antes que chegasse a níveis críticos, sofria uma correção.

 

Existem imagens surpreendentes do próprio Spirit, tomadas três anos depois do início da missão, mostrando que mesmo em áreas da estrutura superior, que apresentam depressões, ou cavidades, de onde de forma alguma a poeira, ou os grãos de areia poderiam sair, periodicamente não era observado um único vestígio desses materiais, como pode ser constatado nas imagens da série Sol 1220, obtidas pela câmera panorâmica.  Mais do que isto, algumas dessas fotos, e isto vale também para a Opportunity, parecem sugerir até um processo de “polimento” de algumas partes da estrutura desses robôs.  Cinco anos depois da chegada a Marte todo o sistema de alimentação de energia tanto do Spirit, como da Opportunity, pareciam não ter visto o tempo passar.  A NASA já assumiu em vários pronunciamentos e releases o inusitado da situação, entretanto, não faz maiores considerações como isto poderia ter acontecido.  Pelo menos em termos de uma explicação que pudesse ser levada a sério.  Parece que “alguém” resolver interagir diretamente com a missão desses rovers, permitindo que a NASA tivesse acesso a coisas realmente reveladoras e definitivas sobre o passado misterioso do planeta.

 

A descoberta de fósseis

 

Mas do que investigar as condições ambientais, atmosféricas e de solo, esses robôs se envolveram diretamente em uma pesquisa de caráter arqueológico investigando os sinais deixados por uma antiga civilização que existiu em Marte.  Em inúmeras fotos foram detectadas evidências de ruínas, rochas apresentando um curioso estado de polimento, ou bases geométricas, e sinais de artefatos utilizados por esta antiga civilização.  Já em outras até crânios de antigos animais em estado aparentemente fossilizado foram notados e observados, mas progressivamente, conforme essas coisas foram sendo notadas nas imagens liberadas pela agência espacial, teve início um curioso processo de encobrimento de partes de algumas das fotos, que passaram a ser postadas.  No passado e mesmo hoje, essas tarjas negras são utilizadas dentro do programa espacial para preencher lacunas, ou áreas não fotografadas por ocasião da montagem de mosaicos fotográficos, mas não se aplicam no presente caso como explicação.

 

Sinais de acobertamento

 

Hoje podem ser vistas nos dois principais sites da NASA, que apresentam a totalidade das imagens do Spirit e da Opportunity, várias fotos parcialmente encobertas por tarjas, quadrados, ou retângulos negros.  Eu mesmo já localizei várias dessas pessoalmente.  Em pelo menos um caso, relacionado a uma sequência fotográfica cujas imagens apresentam vários sinais de fósseis de antigos animais, a área encoberta sofreu  deslocamento de posição dentro de uma mesma região várias vezes, levantando a suspeita sobre a presença de algo que se movimentou, e não deveria ser observado.  Estamos falando de uma das primeiras séries fotográficas obtida pela câmera panorâmica também do Spirit (Sol 016), constatação que revela, que este possível processo de acobertamento começou antes do que poderíamos imaginar. Vamos voltar a falar ainda sobre tudo isto, apresentando algumas dessas imagens, que estamos divulgando em nossos eventos especiais sobre este assunto.
 

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Henrique Senna 01.12.2010 às 17h08

Este fato é realmente muito interessante. Gostaria que este assunto fosse abordado mais profundamente em uma matéria mais profunda da revista UFO. Como o cientistas explicam este fato? Quais são as possíveis teorias sobre um fenomeno natural? Qual a explicação oficial para as partes em preto?
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