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ENTREVISTAS

Por Eduardo Rado

Vitório Peret: O chupa-chupa não foi causado por um único grupo de extraterrestres

Uma das poucas testemunhas restantes da Operação Prato revela detalhes de impressionantes registros ufológicos obtidos por militares nos anos 70 ? e confirma que as investigações continuaram de forma autônoma após o encerramento da missão

Categoria: CHUPA-CHUPA | MONITORAÇÃO EXTRATERRESTRE | OPERAÇÃO PRATO

O entrevistado desta edição é um dos homens mais bem informados no país sobre a investigação militar secreta que no final da década de 70 foi responsável por apurar as atividades do fenômeno chupa-chupa na Região Norte, notadamente na ilha de Colares, uma inusitada manifestação luminosa que atacava pessoas e causava sérios danos à saúde. Os fatos de que tem conhecimento ultrapassam o próprio período de existência da Operação Prato e se estendem por anos após o encerramento formal de suas atividades, que se acredita ter ocorrido em dezembro de 1977, devido à amizade pessoal que manteve com o comandante da missão, o então capitão Uyrangê Hollanda.

Tudo começou quando Vitório Peret era tripulante da extinta companhia aérea Varig, fazendo voos nacionais e internacionais. Em várias oportunidades ele teve a bordo o general Alfredo Moacyr de Mendonça Uchôa, um dos grandes pioneiros da Ufologia Brasileira, falecido em 1996 após lançar inúmeros livros sobre Ufologia e Parapsicologia [Aguarde entrevista inédita com ele em breve na UFO]. Em uma destas ocasiões, o tripulante e também ufólogo foi convidado pelo oficial para participar de em encontro muito peculiar que se daria em Belém. A pauta da reunião, ainda desconhecida por ele, tratava de algumas evidências recolhidas durante uma investigação militar que teria apurado que luzes misteriosas atacavam moradores na região da ilha de Colares. Peret não tinha, até então, nenhuma ideia de que o encontro seria entre integrantes da Operação Prato.

A partir de então, nosso entrevistado se tornou amigo de vários membros daquela que hoje é a bastante conhecida missão militar que revelou que seres extraterrestres atuavam na Amazônia. Entre eles estavam os oficiais à frente das atividades, como o próprio capitão Hollanda e seu braço direito, o sargento João Flávio de Freitas Costa, além de outros. Junto dessas figuras de renome, Peret passou muitos anos pesquisando manifestações ufológicas na área, geralmente acompanhado de Hollanda, compartilhando com ele e dele recebendo informações preciosas. Nesta entrevista — a primeira concedida por Peret —, ele conta aos leitores da UFO detalhes impressionantes da Operação Prato e do que se seguiu após seu suposto encerramento.

Estranhas manifestações

A referida missão militar foi uma das mais espantosas iniciativas de investigação in locu do Fenômeno UFO, e certamente a maior que se realizou de maneira oficial em todo o mundo. Sob o comando de Hollanda, que deu o nome à Operação que era formada por mais de duas dezenas de militares, o grupo investigou manifestações luminosas que começaram no litoral do Pará, próximo ao município de Vigia, e se estenderam por toda a chamada Região do Salgado daquele estado.

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